Investir com segurança e confiança exige o domínio de um vocabulário claro. A seguir, reunimos as definições mais relevantes, acompanhadas de exemplos práticos e referências ao contexto brasileiro.
Ação: fração do capital social de uma empresa; ao comprar, o investidor torna-se acionista. Tipos comuns incluem ordinárias (direito a voto) e preferenciais (prioridade em dividendos). Exemplo: é possível negociar ações de Petrobras e Vale na B3.
Alavancagem: uso de dívida para ampliar ganhos e perdas em operações financeiras. Exemplo: operar contratos futuros com margem na bolsa.
Alíquota de Imposto: percentual aplicado sobre o lucro obtido em investimentos. No Brasil, a alíquota em day trade é de 20%.
Aplicação em Renda Fixa: qualquer aporte financeiro com retorno previsível, como CDB e títulos públicos.
Arbitragem: compra e venda simultâneas em mercados diferentes para explorar distorções de preço.
Ativo: todo bem ou direito com potencial de gerar retorno. Exemplos incluem ações, debêntures, FIIs e imóveis.
Bear Market: mercado em queda prolongada; caracteriza-se por pessimismo e vendas intensas de papéis.
Benchmark: referência de desempenho para comparações. No Brasil, o Ibovespa e o CDI são benchmarks tradicionais.
Blue Chip: ação de alta liquidez e grande porte, normalmente de empresas consolidadas.
Bolsa de Valores: ambiente organizado de negociação de ativos, como a B3 no Brasil.
Capital Protegido: garantia de devolução do valor investido ao final do prazo, comum em COEs.
Carteira de Investimentos: conjunto diversificado de ativos combinados segundo objetivos e perfil de risco.
CDI: taxa média dos empréstimos diários entre bancos; serve de referência para renda fixa.
Custódia: serviço de guarda de ativos pela corretora ou pela própria bolsa.
Day Trade: compra e venda de ativos no mesmo dia, buscando lucros rápidos.
Depósitos a Prazo: aplicações com retorno pré-definido e baixo risco, como CDBs.
Diversificação: espalhar recursos por vários ativos para reduzir risco.
Dividendos: parcela do lucro distribuída aos acionistas periodicamente.
Dividend Yield: indicador que relaciona dividendos ao preço da ação.
EBITDA: lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização; avalia a geração operacional de caixa.
Emolumento: taxa cobrada pela B3 em operações de compra e venda de ações.
Equity Risk Premium: prêmio de risco exigido por ações em relação à renda fixa.
Especulação: estratégia de alto risco em busca de ganhos rápidos.
ETF: fundo negociado em bolsa que replica índices de mercado.
Fechamento de Posição: operação inversa para zerar uma posição aberta.
Formador de Mercado: instituição que garante liquidez para um ativo específico.
Free Cash Flow: caixa livre após despesas operacionais, disponível para investidores.
Fundos de Investimento: veículos que reúnem recursos de vários cotistas.
Fundos Imobiliários (FIIs): investimentos coletivos em imóveis físicos ou recebíveis.
Garantia de Capital: proteção que assegura ao investidor o mínimo investido ao término do prazo.
Garantia de Renda: mecanismo que preserva parte dos rendimentos diante de cenários adversos.
Hedge: estratégia para minimizar riscos de mercado por meio de operações compensatórias.
Ibovespa: principal índice da B3, composto pelas ações mais negociadas.
Investimento: alocação de capital com objetivo de retorno futuro.
Investidor Institucional: grande player financeiro, como fundos de pensão e bancos.
Liquidez: facilidade de converter um ativo em dinheiro sem perda significativa.
Manipulação de Mercado: práticas ilegais para alterar preços ficticiamente.
Margem de Garantia: valor depositado para cobrir perdas potenciais em derivativos.
Obrigação: título de dívida que remunera o investidor com juros pré ou pós-fixados.
PER (Price/Earnings Ratio): relação entre preço da ação e lucro por ação.
Perfil de Investidor: combinação de tolerância ao risco e horizonte de aplicação.
Recompra de Ações: empresa adquire suas próprias ações no mercado.
Rentabilidade: retorno total obtido por um investimento.
Renda Fixa: ativos com retorno previsível e definido.
Renda Variável: ativos cujo retorno depende das condições de mercado.
Risco de Crédito: chance de inadimplência do emissor.
RoE (Return on Equity): retorno sobre o patrimônio líquido.
RoIC (Return on Invested Capital): eficiência na geração de retorno sobre capital aplicado.
Selic: taxa básica de juros definida pelo Copom; referência para toda a economia.
Taxa de Custódia: cobrança por manter ativos sob guarda de uma instituição.
Value Investing: estratégia de compra de ativos subvalorizados para ganhos no longo prazo.
Volatilidade: medida da variação de preços em determinado período.
Referências